Como trabalhamos

Três camadas, uma firma


Cada camada tem um ritmo e um regime próprios. Uma firma só, do começo ao fim.

Inteligência


É a camada que nunca desliga. O cliente sabe o que se move antes de precisar reagir, e mantém na gaveta o plano para o dia em que precisar.

Regime contínuo, sob retainer

O que fazemos
  • Acompanhamos, todos os dias, o que se move no Congresso, no governo, nas agências e na imprensa que importa para o cliente.
  • Mantemos um mapa vivo das vulnerabilidades: societárias, regulatórias, de família, de mídia.
  • Escrevemos o protocolo de crise antes da crise: quem fala, o que se diz, quem decide, em que ordem.
  • Uma vez por ano, fechamos a porta com a liderança e simulamos o pior dia da empresa.
  • Tudo chega do mesmo jeito: relatório reservado e conversa direta com um sócio.

Influência


É a camada de construção. Posição institucional não se improvisa no dia do voto, da consulta pública ou da audiência. Ela se constrói antes, com paciência e presença.

Mandatos por agenda ou retainer institucional

O que fazemos
  • Conduzimos a agenda do cliente junto ao Legislativo, ao Executivo e às agências, com método e sem alarde.
  • Traduzimos o interesse do negócio em argumento que um parlamentar consegue defender e um técnico consegue assinar.
  • Montamos as coalizões que sustentam uma posição: frentes, associações, academia, aliados improváveis.
  • Construímos a voz pública de quem lidera, na dose certa. Presença demais custa tão caro quanto ausência.
  • Quando a agenda cruza fronteiras, levamos a conversa aos organismos multilaterais e aos centros de decisão fora do país.

Crise


É a camada de resposta. Quando a história já está na rua, o trabalho vira um só: retomar o controle do que se diz e proteger o que importa.

Ativação imediata, dedicação integral enquanto durar

O que fazemos
  • Nas primeiras horas, instalamos o comando: sócios, cliente e advogados na mesma sala, uma única linha de decisão.
  • Assumimos a conversa com as redações. O que se diz, quando se diz, quem diz. E o que não se responde.
  • Preparamos os porta-vozes sob pressão de verdade, antes que a pressão de verdade chegue.
  • Alinhamos comunicação e defesa jurídica para que uma não custe a outra.
  • E quando o pico passa, começa a parte que ninguém vê: reconstruir, devagar, o que a crise levou.
Contratação

Formas de contratação


  • Diagnóstico reservado

    Quatro a seis semanas para responder a uma pergunta: onde este cliente está vulnerável, e o que fazer a respeito. Entregue em sessão fechada, sem plateia.

  • Conselho permanente

    A relação contínua. O olho que nunca desliga, o protocolo mantido vivo e a certeza de que, se o telefone tocar às onze da noite, alguém atende.

  • Ativação de crise

    Para quem chega com a casa pegando fogo. O comando se instala no mesmo dia e os sócios ficam até o fim.

Honorários se conversam pessoalmente, entre sócios e cliente.